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3 Responses

  1. Sergio Roberto Leal dos Santos

    Caro Toni!

    Há muito venho recusando o título de “evangélico”, por o achar vazio, sem significado algum.

    Vejo que o termo tem sido empregado para legitimar algo que as pessoas querem fazer, mas não têm coragem de assumir.

    Assim, tenho visto, por exemplo: revistas evangélicas, músicas evangélicas, shows evangélicos, sites de relacionamento evangélicos, boates evangélicas etc.

    O que me choca, sem querer parecer moralista, porque não o sou, é que o emprego do termo parece validar uma certa relação mundo dos homens – mundo de Deus, que eu não estou certo se existe.

    O termo “evangélico”, sem querer julgar ninguém, pois não me acho em condições de fazê-lo, tem servido como marca de adequação a determinados formalismos que nem sempre estão de acordo coma Palavra de Deus: uso de certas roupas, uso de determinada linguagem, corte de cabelo, não uso de bebidas alcoólicas etc, mas sem que haja um verdadeiro sentido nisso tudo.

    Quando despojamos o cristianismo de seu conteúdo ético vemos situações absurdas como pastores que se apropriam do dízimo, saqueadores da coisa pública que “oram” sobre o butim, pessoas que exploram a fé alheia…

    temos valorizado, assim, a forma, em detrimento do conteúdo. Valorizamos o apego ao formalismo, à denominação, a adequação comportamental, mas nos olvidamos das duas máximas cristãs: amar a Deus, amar ao próximo e amar a si mesmo, mandamentos que implicam em evitar a soberba, aproximar-se de outros seres humanos, a despeito de suas crenças; jamais julgar os outros; evitar a cobiça, a fofoca, o desamor, a desarmonia.

    Há uma oração católica que resume nossos reais deveres como aspirantes a seguidores de Cristo e que assim diz:

    Senhor fazei de mim um instrumento de sua paz!
    onde há ódio, que eu leve o amor,
    onde há ofensa, que eu leve o perdão,
    onde há discórdia que eu leve a união,
    onde há desespero que eu leve a esperança,
    onde há dúvida que eu leve a fé!

    Se não agirmos de modo a demonstrar nosso amor pelo próximo, a Palavra de Deus assim nos condena – aquele que diz amar a Deus, a quem não vê, e não ama seu irmão, a quem vê, é mentiroso!

    Grande abraço!

  2. ivanir

    Não acho que se deva generalizar, pq existem religiões e religiões, concordo que exista o terrorismo religioso, por parte de varias igrejas, so que não é a igreja que te salvas, e sim Jesus Cristo, enquanto se busca segmentos religiosos para seguirmos, perdemos tanto tempo em servir o senhor, ninguem pode falar em nome do senhor, a quem cabe as decisões, independente da religião, são louvados quem segue a cristo, a nossa Biblia Sagrada e uma só,quando brigamos evangelicos ou não, estamos perdendo de realizar uma grande corrente de amor a Jesus, somos todos irmãos, servimos ao mesmo senhor. Igreja é só um local de oração. VIVA JESUS.

  3. viviani almeida campos

    Que maravilha é o questionamento… a não adequação… a inquietude… o desejo real de buscar Deus e serví-Lo pelo prazer de viver… de amar… de salgar e iluminar…ser cristão é muito mais que religião…é vida prática…que possamos viver como Cristo quer que vivámos: amando a Deus acima de tudo e a todos que nos cercam…adorei o artigo!

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