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Uma pedra no caminho (Reflexão dominical)

By admin on 6 de fevereiro de 2012 in Reflexão Dominical

Neste domingo refletimos sobre a épica história de Davi e Golias. Tentamos fazer isso de uma forma diferente, buscando perceber os detalhes por trás dos fatos. Uma das coisas que notamos foi que tanto Davi quanto Golias eram pessoas com grande confiança e também cheios de autoconfiança. Mas eram pessoas de perspectivas totalmente diferentes.

Golias confiava em sua grande experiência como guerreiro e possivelmente em seu histórico de vitórias! Davi, em sua experiência com Deus, no Deus que lhe concedeu vitórias improváveis. Golias era autoconfiante porque tinha habilidades de um guerreiro e armas poderosas para seu tempo, que normalmente intimidavam  seus oponentes. Davi, porque sabia que Deus estava com ele e o final da história não dependia de probabilidades, atos ou circunstâncias determinadas pelos homens. Golias interpretava a realidade julgando tudo pelas aparências: seu oponente era apenas um menino com físico de poeta e voz de pastor de ovelhas. Para Davi, seu oponente era um louco que resolveu desafiar a Deus, Senhor da Guerra e Todo Poderoso.

Confiança e autoconfiança são muito importantes para nossa saúde, felicidade e produtividade. Mas precisamos avaliar em que confiamos e qual a fonte de nossa autoconfiança. Aprendemos que as perspectivas de Davi devem ser as nossas. Ele não estava preparado para aquela batalha devido a um retiro muito abençoado, ou porque orou muito e jejuou naquela semana. E nem mesmo porque frequentava regularmente as celebrações do tabernáculo erguido por Moisés! Ele convivia com Deus no campo enquanto cuidava das ovelhas de seu pai. O cristianismo é um relacionamento diário com Deus. Como está sua confiança para viver e sua autoconfiança para enfrentar as lutas diárias?

Se não esteve no culto e gostaria de ouvir a mensagem esta mensagem visite nosso site (www.ibpc.org.br). Lá também você também pode se registrar para receber nossos informativos, devocionais e outras comunicações.

Tenha uma excelente semana!

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Sangue, suor e lágrimas! (Devocional Diário – 06-Fev)

By admin on 5 de fevereiro de 2012 in Devocional Diário, Fevereiro

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,(…) Nisso vocês exultam, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação.
1 Pedro 1:3 e 6

Sangue, Suor e Lágrimas é o título de um livro escrito por Richcard Donkin, que trata da história do trabalho ao longo do tempo, da escravidão e, inclusive, da influencia da religião sobre o trabalho. Tomei-o emprestado para a devocional de hoje pois o texto de Pedro fala desses três elementos.

Fala do sangue de Jesus, que significa não simplesmente seu tecido conjuntivo líquido, mas sua vida entregue por nós. Por essa dádiva, que nos regenerou, Pedro glorifica e bendiz a Deus! Fala de suor, dos desafios que estão diante de nós, de dores que precisamos enfrentar e suportar. Assim como Jesus mesmo enfrentou, suportando o ciclo natural da vida com seus revezes e desafios, não usando Seu poder para tornar mais fácil sua jornada aqui – algo que tanto gostaríamos que Deus fizesse por nós. Parece que Pedro está nos dizendo que devemos entender que alguns sofrimentos serão vencidos, mas precisarão ser suportados. E as lágrimas. Bem, elas estão ocultas no texto. Mas estão na mensagem de Pedro, e de suas formas.

Temos as lágrimas da luta, da dor, das orações cheias de angústia e das súplicas não atendidas. Temos as lágrimas das separações, das traições, dos desprezos, das injustiças. A vida pode nos trazer tudo isso. Mas temos também as lágrimas da surpresa agradável, do amor demonstrado, do prêmio alcançado, da vitória conquista. A vida também é lugar dessas lágrimas doces. Mas, por fim, haverá as lágrimas enxugadas, para sempre extintas – Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou”. (Ap 21.4)

Ore para que seu coração seja mais cheio da esperança conquistada por Jesus, que apenas espera o tempo para se concretizar. Por enquanto, sangue, suor e lágrimas. Mas sempre com Ele!

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A Parábola do Bom Samaritano (Devocional Diário – 03-Fev)

By admin on 3 de fevereiro de 2012 in Devocional Diário, Fevereiro

Essa, certamente, uma das histórias contadas por JESUS mais conhecidas de todos os tempos. Fica evidente que o bom samaritano retrata o amor redentor com que DEUS trata a humanidade.

Podemos destacar que, primeiro, trata-se de uma ilustração do amor. Por meio de negativas, Moisés dá exemplos do que não fazemos se amamos verdadeiramente o nosso próximo – não negligenciamos os pobres; não exploramos trabalhadores; não prejudicamos surdos nem cegos; não pervertemos a justiça; não usamos falsos pesos e medidas nos negócios; não damos lugar a ressentimentos nem nos vingamos; pois tudo isso é incompatível com “ame cada um o seu próximo” (Lev. 19:18). JESUS amplia o princípio quando nos demonstra, através da parábola, o que fazer, e não apenas o que evitar, dando uma percepção ativa para o nosso cristianismo.

Segundo, essa parábola dá uma definição de quem seja o próximo. De todas as pessoas improváveis, um samaritano foi quem veio resgatar a vítima dos ladrões. Samaritanos eram odiados pelos judeus, pois estes os consideravam mestiços raciais e religiosos. Porém, eis ali um samaritano fazendo por um judeu aquilo que nenhum judeu sonharia fazer a um samaritano. O verdadeiro amor ao próximo é mútuo. Ele define tanto quem é o nosso próximo a quem devemos servir, quanto o que significa para ele sermos o seu próximo.

A parábola de JESUS nos desafia a superar todos os preconceitos raciais, sociais, sexuais e religiosos. Nossa moralidade não pode nos impedir de praticar um amor ativo em favor das pessoas. Isso é o que “vá e faça o mesmo” irá significar para nós.

“E eis que se levantou certo doutor da lei e, para o experimentar, disse: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Perguntou-lhe Jesus: Que está escrito na lei? Como lês tu? Respondeu-lhe ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. Tornou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás. Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo? Jesus, prosseguindo, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. Casualmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e vendo-o, passou de largo. De igual modo também um levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão; e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar. Qual, pois, destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe, pois, Jesus: Vai, e faze tu o mesmo.” – Lucas 10: 25-37

Ore: Admitindo as dificuldades de reproduzir os gestos do samaritano por todas as pessoas, confiando que o SENHOR pode romper os paradigmas mais profundos em nós e produzir frutos de justiça e amor através de nossos atos.

Extraído e Adaptado: A Bíblia Toda, o Ano Todo de John Stott
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A Parábola do Fariseu e do Publicano (Devocional Diário – 02-Fev)

By admin on 2 de fevereiro de 2012 in Devocional Diário, Fevereiro

Justificação é um termo legal, o oposto de condenação. Os juízes do Antigo Testamento eram instruídos a justificar o inocente e a condenar o culpado. Assim, podemos imaginar a indignação dos fariseus quando JESUS declarou que o publicano “pecaminoso” fora justificado e que o fariseu “correto” fora condenado.

Na parábola, os dois protagonistas subiram ao templo para orar. Ali, no entanto, as semelhanças terminam e as diferenças começam. Primeiro, eles tinham uma opinião completamente diferente um do outro. O fariseu usou o pronome pessoal eu cinco vezes. O publicano, porém, usou-o apenas uma vez e com uma linguagem que expressa verdadeiro arrependimento. Além disso, suas opiniões, diferentes entre si, refletiram-se em suas posturas. Ambos estavam em pé (conforme o costume judaico), mas o fariseu se achava ereto, orgulhoso e ostentoso, preocupado consigo mesmo. Já o publicano “ficou à distância”, com os olhos baixos e batendo no peito.

Outra diferença diz respeito às referências sobre as quais baseavam sua confiança em DEUS. O fariseu confiava, na verdade, em si, acreditando que era justo, enquanto o publicano confiava somente na misericórdia de DEUS, sua única esperança para a vida.

Essa parábola precisa de aplicação imediata à nossa própria história de vida. Foi justificado aquele que abriu seu coração e admitiu sua condição humana. Para estes, os olhos de DEUS sempre estarão atentos.

“Propôs também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo para orar; um fariseu, e o outro publicano. O fariseu, de pé, assim orava consigo mesmo: ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda com este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou o dízimo de tudo quanto ganho. Mas o publicano, estando em pé de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: ó Deus, sê propício a mim, o pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si mesmo se humilhar será exaltado.” – Lucas 18: 9-14

Ore: Com uma atitude semelhante à do publicano, buscando abrigo e esperança no acolhimento gracioso de um DEUS cheio de compaixão.

Extraído e Adaptado: A Bíblia Toda, o Ano Todo de John Stott
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A Parábola do Joio (Devocional Diário – 01-Fev)

By admin on 1 de fevereiro de 2012 in Devocional Diário, Fevereiro

Essa é também uma parábola que sugere inúmeras lições para aplicarmos à nossa vida. Dentre tantas, destaca-se o fenômeno histórico conhecido como “cristianismo nominal”. Ou seja, uma religiosidade marcada pelo discurso, prática de códigos e dogmas, completamente desprovida de coração, sinceridade e atitudes em favor dos outros. Aliás, uma característica fundamental do cristão nominal é o juízo de valores e não o acolhimento do pecador, procedimento de quem não mais se enxerga como tal.

Por enxergamos somente o exterior, e não a interioridade, interpretamos com base naquilo que parece e não pelo que é realmente. Essa parábola nos mostra que nem sempre o que parece, de fato é.

Essa é uma orientação de JESUS para que nosso cristianismo transcenda a mera aparência, migrando para uma conduta que promova o coração, as ações humanas, a promoção da justiça, o acolhimento dos que sofrem, a admissão dos erros, a comunhão de todos.

Não é difícil estarmos em uma condição religiosa tal, que nos achamos algo sendo outra coisa. Precisamos perguntar: No que estamos nos transformando? Que cristianismo é o nosso? Aquilo que aparento ser, é realmente o que sou?

“Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeou boa semente no seu campo; mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. Quando, porém, a erva cresceu e começou a espigar, então apareceu também o joio. Chegaram, pois, os servos do proprietário, e disseram-lhe: Senhor, não semeaste no teu campo boa semente? Donde, pois, vem o joio? Respondeu-lhes: Algum inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres, pois, que vamos arrancá-lo? Ele, porém, disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis com ele também o trigo. Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Ajuntai primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; o trigo, porém, recolhei-o no meu celeiro.” – Mateus 13: 24-30

“Então Jesus, deixando as multidões, entrou em casa. E chegaram-se a ele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele, respondendo, disse: O que semeia a boa semente é o Filho do homem; o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno; o inimigo que o semeou é o Diabo; a ceifa é o fim do mundo, e os celeiros são os anjos. Pois assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será no fim do mundo. Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles ajuntarão do seu reino todos os que servem de tropeço, e os que praticam a iniquidade, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça.” – Mateus 13: 36-43

Ore: Pedindo a DEUS para que sejamos capazes de nos enxergar adequadamente, desenvolvendo um coração mais acolhedor, amoroso e humano.

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